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segunda-feira, novembro 10, 2003

Esfuziantes Damas

Altíssimos Aristocratas

Pessoas

Profundo Suspiro



Nobre Senhor, Duque de Lança Lot

Saúdo-vos na sua magnanimidade!!

Que Sejais benvindo a meus domínios, tomai vinho, degustai o néctar secreto do prazer.

Não deixeis, contudo que o doce embalo do canto de belas Donzelas, vos turve ou tolha a visão.

Folgo em saber que tomasteis como Pagem, tão desgraçada figura como Profundo Suspiro, não percais tempo contudo, em pôr a salvo os animais que conserveis em seus estábulos. As ovelhas, cabras, e demais criaturas que se apascentam nos prados verdejantes da tranquilidade, merecerão estou certo, melhor sorte do que serem engandas por um Profundo Suspiro trazido pelo vento suão, vindo das mais aridas regiões.

Tal situação traz-me à memória historia tão nobre quão antiga!

Senhor Meu Pai – Marquês de Viga, hey! – Homem bom e de grande sabedoria, aficcionado por toiros e por toiradas, estava certo dia a cumprir sua missão, em certa praça, com legitima esposa de Toureiro de capa rija e espada mole, quando é subitamente interrompido na sua função, por grito pungente da Dama em pânico.

Interrompe tão ilustre senhora o seu festim de salame lusitano, para exclamar.

Senhor Marquês, eh o senhor meu marido que advinho na penumbra febril do meu prazer a dirigir-se para nós?

Meu Pai, Marquês por mérito na arte cruzada, de Viga por dote natural, vislumbra um enorme par de cornos, e só momentos mais tarde conseguiu decifrar, que tal figura não se tratava da besta negra criada nas planícies alentejanas, mas sim do enfeitado marido de tão robusta senhora na arte de sugar.

Depois de chamar a atenção do minotauro, para o risco que corria ao interromper o Marquês de Viga na sua função, mesmo assim a besta investiu, obrigando Senhor Meu Pai a cravar-lhe no lombo uma das bandarilhas já destinada a outro boi.

A Senhora que acompanhava Senhor Meu Pai na arte de bem falar a língua universal, ficou a pincipio dividida entre acudir a tão grotesca figura que desata a correr pela praça, ou em esconder de novo no interior de sua boca tamanho instrumento.

Contou-me meu pai que a viu verter uma lágrima, mas nunca lhe perguntou para não dar confiança, se a lágrima que vertia era pelo hasteado marido, ou pela forma de canhão que conservava no seu interior, aprisionado por epopeia de prazer!

Mais tarde, Senhor Meu Pai – marquês de Viga, hey! – Tentando reparar o mal que faz, intercede junto do regente para que as terras de Dom Fernão, recebessem foral à altura, tendo até aos dias de hoje recebido o nome, que orgulhosamente ostentam de Fernão Ferro.

Rezam as crónicas que aínda hoje, os homens de tais terras se confundem com bestas negras, as damas se passeiam pelas praças na busca de bacamartes sumarentos!

Tais Gestos, seus gestos, relembram-me a figura magnanime de Meu Pai!

Erga-mos pois nossas taças ao Marquês, festejemos com denodo e desfraldemos as velas em nossos mastros altivos.

Agora, o conde vislumbra pela janela, fruta fresca ansiando por ser colhida.

Que os rouxinóis e outras aves canoras embalem nossos corpos no suor do prazer!

Que o Marquês Rejubile, Hey!

sábado, novembro 08, 2003

Mui Nobre e Ilustre Conde,

Alta Nobreza,

Aristocracia,

Plebe,

Pessoas,

Profundo Suspiro,

Começo por me aliar a si nesta demanda de desprezo aquele que dá pelo nome de meu cucu; sim porque pelo estilo é órgão mais trabalhado nesse ser.
Informo Vossa Senhoria que promovi o jovem do Profundo Suspiro a meu Pajem; entendi que era desejo do nosso Mui Querido e Estimado Marquês a admissão desse jovem aos mistérios da nossa ilustre Ordem.
Profundo Suspiro está na fase em que ainda não lhe foi informado que aquilo não serve só para verter águas!
A lança do pobre nunca foi lubrificada, o que de certeza lhe terá provocado danos, que espero não sejam irreparáveis!
Esta demanda afigura-se das mais complexas que já tive, pois ao pé dos nossos antepassados que avançavam com a lança em riste para a colonização do Brasil e outras paragens, sulcando em paisagens novas e de cores diferentes, que cavalgavam com toda a pujança em cima da felicidade das merecedoras da semente Lusitana eu sinto-me vergado pelo peso da tarefa!
Assumir a educação de tão desprezado ser que mal trata a arma que nos diferencia dos que nos invejam é sem dúvida uma responsabilidade atroz! Mas assim são os mistérios do Nosso Venerado Marquês! Espero da sua parte a mesma ajuda que os seus antepassados deram aos meus Mui saudosos antepassados aquando da expansão demográfica no Brasil! De lança erguida nos campos por desbravar, olhando o infinito, em busca da imortalidade combatiam com destreza com uma bravura nunca igualada por ser nenhum se conheceu! Que o Marquês Rejubile! Temo que os nossos parcos feitos fiquem ainda muito além do prestígio alcançado por estes Altíssimos seres que conseguiram criar com a força, beleza e sabedoria um novo adorno conhecido como “cabrita”.
Meu Mui Ilustre e Respeitado amigo, as nossas famílias sempre se ajudaram, e peço mui humildemente ajuda para esta demanda.
Enquanto a minha lança repousa no colo de merecedora mão de donzela saciada, pois como Vossa Senhoria saberá tenho para mim que nada melhor que a cultura clássica e como dizia o Plebeu Sócrates “Lança sã em corpo são” escrevo-lhe estas linhas.
Sentido o fervor da batalha a regressar tenho de voltar a percorrer caminhos húmidos e perfumados, desfrutar do vale que se estende e que geme ansioso por ser desbravado, a lança foi muito bem recuperada por mão experiente e pronta está para novas aventuras, deixai pois que me despeça!

Com protestos de mais consideração, e que o Marquês Rejubile!

O Duque de Lança-lot, Infante de Aquém e Além de calçada de Carriche.

sexta-feira, novembro 07, 2003

Fascinantes Damas;

Ilustríssimos Aristocratas!

Pessoas

Plebe

E profundo suspiro...


Já agora soltemos um esgar de desprezo para esse sub-ser de meu SiSSi!

O Condado de Barrote, domínio de esbeltas e saciadas damas, está mais belo do que nunca... Os riachos transportam águas cristalinas, a pureza das flores faz lembrar o colo alvo de uma jovem dama pronta a receber a visita de portentoso símbolo de masculinidade Barroteana... Enfim meus domínios são bucólicos oásis de felicidade, e corre pelas veias a seiva húmida dos corpos depois de trocas de gestos de intensidade animalesca!

Lençóis com evidentes marcas de maus tratos, esvoaçam pelas janelas, exibindo a Marca Do Conde, deixando no ar o espirito inebriante do Marquês – Que o Marquês Rejubile, HEY – Os homens, vão ver os toiros, alguns mesmo não precisam de sair dos seus aposentos porque espelhos bem limpos deixam mostrar sua figura armada! As Senhoras, Damas, Donzelas pouco virtuosas, ou Meretrizes fascinantes, passeiam-se pelas praças, lançando seu odor aos mais afoitos transeuntes, que depois de lhes dedicar canções de poetas já falecidos, as transportam na charrete infernal, até às mais longínquas paragens, tocando as estrelas num bailado de cor, luz e de corpos suados!

As bocas de tão finíssimas Damas, deliciam-se com sorvetes de vários sabores, tamanhos e formatos, colorindo as praças e a faces de tão submissos seres, num festim de altíssima confecção, pronto a ser degustado pelo mais requintado palato.

Visitei o Condado, e enquanto Dna Ana, perfumava seu hálito num hipnótico espectáculo de sofreguidão, massajando suas papilas gustativas na masculinidade Condal, O Conde, olhando pela portada celestial traseira do seu Orgasmobil, sentia o contentamento dos seus súbditos.

Os homens plebeus curvavam suas pesadas cabeças, receando que a impertinência de olhar O Conde nos olhos, lhes trouxesse a cegueira da inveja. As Damas, incomodadas pelo calor emanado, soltavam gemidos de desejo à medida que agitavam com agilidade descuidada seus leques, cobrindo as faces rosadas e luzidias, bem tratadas por complexos vitaminados e proteicos naturais.

Mulheres oferecem suas virginais filhas em jeito de agradecimento pela felicidade e abundância no Condado.

O Conde recusa tais oferendas, tudo está bem quando está cheio!!

Hoje O Conde foi passear, e gostou do que viu, para comemorar deixará que 3 damas pernoitem em seus aposentos depois de caírem extenuadas por prazer!

Venha vinho, muito vinho e que o Festim comece!!!

Que o Marquês rejubile!!!

Conde De Barrote

quarta-feira, novembro 05, 2003

Minhas Inebriantes Damas

Meus Carissimos Membros da Mais fina Aristocracia

Pessoas

Plebeus

e finalmente no grau de importancia esse tal de profundo profundo suspiro!



Ainda que não sendo meu comum hábito prescindir de oscular da forma mais veemente as Damas em primeiro lugar, ineterrompo esse velho principio cavalheiresco para me curvar (mas não muito) perante tão altas palavras de Sua Senhoria o Visconde de P´Lo Rêgo.

A rúbrica que há tempos inaugurei, intitulada o COnde Responde, hoje devería ser alterada para O Conde irá Perseguir os Abusadores Que Utilizam Titulos Nobiliárquicos, Ainda por Cima Para Fazerem Chacota Daqueles Que Como Nós Verdadeiros Lusitanos, Se Deixam Embalar Nos Lençois, Fazendo Deles Velas Que Levam Nossas Embarcações a Espalhar a Semente da Raça Lusitana Pelos Sete CAntos do Mundo e Arrabaldes!

Este tal de profundo suspiro, tem sido seguido durante as últimas semanas. Rezam os diários de bordo, que é fraca figura, não passando de um cinco reis de gente, que escondendo os tacões altos por debaixo das suas vestimentas efeminadas, tenta lançar altivez, quando a sua maior honra é conseguir respirar, sem com isso perturbar a tranquilidade de gente digna e Nobre.

Profundo Suspiro sofre aínda de problemas hemerroidais, e vive na secreta esperança de em primeiro lugar possuir a sua propria lança, para depois a poder utilizar nesses subseres de rosto femenino e pelo na venta que dão pelo nome de homens sensiveis ou panascas!

Não pertence e nunca pertencerá tal criatura ao Condado de Barrote.

Não terá tal privilegio reservado a Homens de bons costumes, que provem por acções e convicções, estarem à altura da epopeia que o Marquês nos encomendou.

Mas deixemos de dar importância a pessoas, que por tal conduta miserável, serão confundidos com insectos, esmagados como servis objectos da raiva Lusitana.

Deixemos a pequenez com os pequenos!!!

Mas Meu Caro Visconde

Respondendo à sua questão ulterior, devo-lhe confessar que o direito de prima note, foi instituído por homens da nossa linhagem, mas faz parte do passado. São pouco corajosos todos quantos querem possuir mulheres casadas, depois das mesmas terem aprisionado outros. A coragem esta naqueles que fixaram o dever de Prima Matina, ou seja, que as leva para casa, já as leva marcadas pelo selo de Barrote, sem mácula, mas desconfortáveis na comparação do incomparável.

A paixão que as damas depois de marcadas sentem pelo conde, é irreprimivel, não lutemos pois contra tal desígnio.

Meus Caros, um último conselho.

A virilidade com que a mãe natureza nos dotou, não pode em caso algum ser desperdiçada. Derramar a semente é pecado mortal, por isso Fazei como diria meu pai - Marquês de Viga - Uma dama deitada, só pode ser substituída por duas damas saciadas!

Venha VINHO

Que o Marquês Rejubile

terça-feira, novembro 04, 2003

Finissimas Damas
Amigos aristocratas
Pessoas...!

Estou triste, muito triste!

E se agora quem me lê perguntar “finissima Alteza O Conde, porque está Vossa Senhoria triste?” – Eu responderei

O Conde está triste, porque uma donzela pura casta e alva, considerou este Blog – espaço de intercâmbio cultural – interdito a senhoras!

Sim eu sei...

Quão errados estão aqueles que pensam que devem existir locais só para homens!

Todos os locais são dignos da presença revigorante e perfumada de uma Dama. Qualquer espaço, por mais escuro e cinzento que seja, serpenteia de felicidade ao receber os passos leves e altivos de um pequeno pé, ou de um pequeno joelho, se for o caso!

Este caso faz-me recordar “dna Eduarda” (nome fictício porque um cavaleiro não revela as suas presas).

Dna. Eduarda, senhora casada e de boas famílias, perguntava aO Conde depois de intensa batalha horizontal.

Dna Eduarda – Conde, teremos nós algum dia de nos separar?

Conde – Apenas se quiser-mos minha desvairada amiga!

Dna Eduarda – Mas gostava de possuir O Conde para sempre e só para mim!

Conde – A inveja é o sentimento mãe de todo o mal no mundo, minha suada amiga. Privar outras Damas de tão nobre e portentoso especimen masculino, será comportamento tão hediondo quanto retirar um doce das mãos de uma criança!

Poderás tu, minha saciada amiga privar outras damas da corte de Barrote deste parque de diversões?

Imagina só a infelicidade do Condado de Barrote? As agora faces coloridas, de maças vermelhas das belas e doces damas, tornar-se-iam rostos lívidos sem graça, autênticas pinturas de representação da desgraça.

Com esta explicação, Dna Eduarda voltou aos seus afazeres!

Evidentemente que Dna. Eduarda, não primava pela inteligência, esse não era sem dúvida o seu maior atributo, mas seu colo macio, suas mãos intrépidas e seu olhar felino, faziam esquecer, ou melhor faziam lembrar ainda mais seus dotes na oralidade.

Finissímas Damas;

Este espaço é essencialmente vosso, como vosso é meu corpo e meu espírito.

O Conde está triste!

Não adianta terem para comigo comportamentos de pena. A solução é apenas uma e somente uma. Dna Efigénia, senhora de dotes ocultos e velha conhecida. Minha Lança anseia por trespassar as marcas do limite entre o Extraordinário e o verdadeiramente ExtraordinárioXL.

Que O Marquês rejubile

O Conde de Barrote

Excelentissimo Sr. Conde de Barrote:

Escrevo-vos pelo facto de uma séria duvida me assolar o espirito. Nós
Homens-Bons do reino, gente de antiga linhagem, Nobreza antiga temos de
saber melhor do que ninguem conservar a tradição, sobretudo porque só a nós
cabe o direito mas sobretudo o saber e o domínio na ARTE DE BEM MONTAR TODA
A SELA, o que seria de nós e da nossa classe se doravante qualquer plebeu
pudesse ascender a nossa invejável condição???

è precisamente por esse motivo que vos escrevo, estou muy preocupado com um
vassalo vosso o auto-denominado Conde do profundo suspiro. Para além do
facto de o seu título revelar muy pouco de virilidade Lusitana, na verdade
mais parece um título de um decandente panasca.

Mas o que realmente me preocupa, Sr. Conde, é o facto de esta criatura ter
sido até há dois meses atrás um mero plebeu, o Montanelas, alíás nome muy
mais viril. Ora pergunto-vos Vossa Senhoria como é possível que essa
criatura tenha chegado a Conde? Titulo esse aliás em tudo igual ao vosso,
será que no fundo Vós pensais nele como um igual a Vós ou a Nós?

Ou será o facto de essa medonha criatura habitar os vossos dominios, o velho
y muy honrado Concelho de Loures para que tenha privilégios especiais?
Rogo-vos por isso que meteis essa criatura no seu devido Lugar, pois se não
o fizerdes arriscamo-nos de hoje para amanhã de sermos a chacota de toda a
realeza Europeia, em relação á qual estamos nós Nobres Lusitanos muy acima

No máximo dos máximos, se quereís dar-lhe algum favorecimento, então bom,
fazei dele Barão que de todos os títulos Nobiliárquicos é o mais baixo, que
de tão baixo que é quase roça a imundice de um Plebeu

Que o marquês rejubile


Visconde de P´lo Rêgo
MAHRAJHA DE NATUCONA


terça-feira, outubro 21, 2003

Suas Altezas os Nobres, ilustres Aristocratas!

e pessoas...

Decidi só agora responder às imensas solicitações que tenho sido alvo.
Muitos afazeres ligados indubitavelmente com o cumprimento integral da demanda que o MARQUÊS nos solicitou - honra ao Seu Espirito, Hei - levam a que tenha de optar entre "polir a lança", ou utilizar os meus doirados dedos nestas máquinas infernais. Evidentemente, meus caros, está bom de ver sobre em que situação recai a minha atenção...

Não faltarão pobres de espirito a criticar dizendo que O Conde, não consegue fazer duas coisas ao mesmo tempo, pois desenganem-se todos quantos julguem que O Conde prescinde dos belos momentos na companhia de sedentas e virtuosas damas, para em alternativa colocar as suas fantasias no ciberespaço. Isso, Meus Caros, deixo para quem numa atitude de panasquice reprimida, inventa blogues para fazer anuncio das suas fantasias, as quais parecem saídas de uma qualquer revista de mulheres nuas, vendida em segunda mão - já vão perceber a analogia - num qualquer quiosque da Baixa da Banheira ou do Fogueteiro, onde até as páginas já estão coladas - percebem agora a estoria da mão?

O Conde gosta muito mais delas ao vivo e a cores, palpáveis, e não admite controvérsias quanto às suas realidades e experiências.

Este nosso blogue, não se chama o meu CÓCÓ, ou o meu PUPU, ou mesmo o meu CICI!

Não me verão a escrever livros, onde os únicos diálogos que verdadeiramente aconteceram, são entre os dedos da mão esquerda do artista - ou mão direita para o caso tanto faz - e o minúsculo, diriá mesmo bactérico órgão que possui um pouco abaixo da proeminente barriga!

Nada que o clerasil não cure!

Uma questão se coloca. Porque razão um "macho" tão sabido, apenas consegue dar uma entrevista para uma revista masculina?

O Conde só responderia a revistas para senhoras, porque esse é efectivamente o seu objectivo, senhoras, mulheres, damas ou meretrizes mas sempre virtuosas no leito!

Que esta declaração sirva para afastar a ideia de que este blogue, é feito por um ser efeminado, que se julga "macho" - hermafrodita portanto - cuja noção de reprodução passa invariavelmente por exercitar os músculos do braço e antebraço, e cuja maior excitação que já possuiu, foi estar na fila para o médico da caixa atrás de uma velhinha de 70 anos, à espera da sua consulta de geriatria.

Não, O Conde, não vai a escursões a Badajoz para poder observar outras mulheres. Normalmente fazem-se escursões de mulheres de Badajoz para poderem visitar O Conde.

Pretenciosismo... posso sempre dar referências por escrito!

Que O Marquês rejubile, Hei.



sábado, outubro 11, 2003

Excelentíssimo Sr. Conde:

Vossa Senhoria certamente me permitirá deixar minhas palavras em tão
nobre blog, cuja criação é, diga-se, absolutamente necessária.

De facto, o TAUísmo e a Associação dos Amantes do Batimento no Nalguedo
assim o exigem ! Bem como a reputação da virilidade lusitana,
especialmente por terras balcânicas, caucasianas e ilírias.
Aliás, uma fotografia de A SÉRVIA como inspiradora seria
algo...diferente !

Com muita CERVEJA, e a levar toda a reputação do BOI COBRIDOR LUSITANO
por todo o Mundo.....EXCEPTO para certas partes da Suécia e para a
cidade finlandesa de Jyväskylä ARGHHHHHHHHH !

Cachimbos egípcios para todos,

E que o Sr. Marquês rejubile, de tanto orgulho em nós !


Ass: Marquês do Minete

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